Um fardo pesado, que a alma devora sem amor.
No silêncio do peito, a tristeza se instala,
Um peso constante, que a vida desnaturaliza.
A máscara da alegria, esconde um sofrimento profundo,
Um mar revolto, em um cálice sereno e rotundo.
O mundo gira em caos, almas feridas e perdidas,
Em um eco vazio, as esperanças são divididas.
Planeta esgotado, coração contaminado,
A compaixão se exila, o futuro desolado.
Os sonhos, frágeis flores, murcham antes do amanhecer,
Em cada madrugada, a angústia volta a crescer.
Este fardo me oprime, um nó na garganta apertado,
Um grito silencioso, em um mundo desolado.
A cura parece distante, a sombra persiste em seu lugar,
Resta apenas a esperança, de um alívio, um novo ar.
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