2 de jun. de 2026

O Abismo Silencioso

Eu o observei, uma visão sombria,
Seus olhos, antes vastos, agora vazios como orvalho.

Sem brilho, sem calor, sem sinal de conexão,
Apenas um vazio onde as estrelas se extinguem.

Ele despreza ou lamenta em dor?

As respostas se afogam em um refrão frio.

Meus pensamentos se estendem, tropeçam e caem,
Ecoando o silêncio, sem ponte alguma.

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