Sussurros costurados em fios de luz,
Histórias antigas queimando, suaves e distantes,
Cada lampejo sabendo quem somos.
São as perguntas que um dia choramos,
Respostas à deriva, indefinidas,
A música silenciosa da escuridão,
Guiando andarilhos por uma faísca.
São os ecos dos nossos sonhos,
Reflexos em correntes celestiais,
Promessas impressas no vazio,
De que nada belo é destruído.
E quando nossos olhos as contemplam lá em cima,
Sentimos seu amor distante e paciente,
Pois as estrelas nos lembram, brilhantes e tímidas,
Que até mesmo pequenas luzes transformam o céu.