Retrato convalescente de tudo que você precisa, mas por dentro você morre, pois agora eu sangro lentamente, pela minha solene maldição concedida, onde você jaz sobre terra morta, eu vejo o agora, e me levanto em chamas, mas ainda assim desejo a escuridão.
Não penetre em minha mente, se teme o que pode encontrar, conceda-me um desejo, no dia em que caí e joguei meus pensamentos no poço dos desejos, agora estou perdido na escuridão, agora ninguém vê meu coração dolorido.
Cego e sobrecarregado, vejo a vergonha,
que o amor era você, e a dor era eu.