Vivendo nas sombras da escuridão,
Seu coração não pertencia a ninguém,
Seus olhos se fechavam com força.
Ela é uma criatura de fragilidade,
De culpa e arrependimento,
De cacos de vidro,
De pesadelos de tempos passados.
Ela é uma criatura de amor,
De estradas sem fim,
De cuidado e carinho,
Que nunca veem a luz.
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