de que ninguém caminha sozinho nesta vida,
que em algum lugar além destas paredes
alguém também está lutando para respirar.
Mas a noite tem uma maneira cruel
de desfazer todo pensamento reconfortante.
Quando me deito acordado no escuro,
o silêncio se torna ameaçador.
As sombras se estendem pelo quarto,
e todo medo que enterrei à luz do dia
encontra o caminho de volta para mim.
Os monstros rastejam silenciosamente então,
não debaixo da cama,
mas dentro da minha mente,
sussurrando que ninguém jamais poderia entender
o peso que carrego.
E na quietude,
com apenas o zumbido da noite ao meu lado,
sinto a dor de ser invisível.
Sinto o vazio se instalar no meu peito.
Sinto-me sozinho.
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