Mas as sombras seguem de perto, seus sussurros se entrelaçam.
O orbe fugaz do tempo gira, tanto refúgio quanto guia,
Cada pulso um passo mais perto da tênue linha da morte.
Agarramo-nos aos dias, embora sejam fugazes e impiedosos,
Cada amanhecer arde com uma graça emprestada e fugaz.
Mas em seu brilho, encontramos um hino sombrio,
O gêmeo de rosto luminoso da vida veste a face eterna da noite.
A alma, uma ponte das profundezas à altura infinita,
Trilha caminhos onde a dúvida e o consolo coexistem.
À medida que a morte se aproxima, ela oferece uma visão mais clara,
Revelando verdades que o ruído da vida muitas vezes negou.
Nesta valsa íntima, rival e amiga,
No abraço da morte, a vida compreende plenamente.
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