Um despertar frio e desesperado, perdido na geada de coisas indizíveis, preso numa teia de aranha, enquanto corações se transformam em mofo.
Humilde meu começo, esteja comigo até a morte, no fim da miséria, não vejo futuro algum.
Pois isso permanece comigo, por todos os meus dias, persistindo nas profundezas da tristeza.
Mas abandonado à própria sorte.
O que apaga toda a minha dor, as nuvens de tempestade se acumulam no céu, mas não vejo uma gota de chuva, pois seu amor por mim agora morreu.
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