20 de jun. de 2026

As Joias da Coroa

Ao olhar através da baía enevoada,  
Vejo Seu brilho brilhar em meu caminho,  
Aquela beleza esmeralda em exibição,  
As joias da coroa da Europa, são elas!  

Escuto a espuma espumante,  
Sua canção de amor carregada pela onda,  
Onde Sua suave e sedutora dança,  
Para conquistar minha alma, por todos os meus dias!  

Quanto mais ouço, mais preciso  
Ver, a beleza que Ela me implora  
Do outro lado daquele mar revolto,  
Então devo ir, e com Ela, estar!  

E através das ondas, que fluem douradas,  
De Suas margens, para onde devo ir,  
Seus tesouros aguardam, tão ousados, em exibição,  
Na beleza de Seus parentes, resplandecentes!  

E assim, Ela me espera, eu sei,  
Em algum lugar, no fim de um arco-íris,  
Lá Ela me acalma e me chama,  
A Sereia de um mar roubado!  

Então devo ir, para onde Ela espera,  
Nas profundezas do Seu destino oceânico,  
Além dos portões da escuridão profunda,  
Onde Sua perda e tristezas dormem!  

E lá eu vejo, Sua preciosa árvore,  
Da qual, o Ramo Dourado, sou eu!  
Então devo ir, ao Seu chamado,  
Onde outros Ramos Dourados caíram!  

E assim, Seu vento será meu corcel,  
Pois em Suas asas, eu sou liberto,  
Então cantarei Sua ode à glória, então Ela  
É meu destino, por toda a eternidade!  

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