Seus olhos refletem um brilho fabricado.
Uma verdade intangível ou um sonho engenhoso?
Dedos deslizam para pesar sua alma.
Pode a realidade florescer da névoa elétrica?
Cada clique, uma pergunta, suave e cruel.
Mostre-me provas, seu retrato se quebra,
Eu pondero: quem é real entre nós?
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