Cada espinho aguça a apatia.
Um sangramento que parece ser eterno,
Apenas para relembrar - ainda há vida aqui.
Como um véu de esquecimento,
Desenhado para os olhos que apenas expelem,
Cada gota do sangue interior,
Turbando a visão, a clareza repelida.
Como um grito silenciado,
Milhões de vozes não ouvidas,
Em coro clamam - se aqui estivesses,
Não conhecerias vida além dos teus dezesseis.
Apatia é a agonia que caminha,
Escolhendo quietamente seus pedaços,
Dos profundos cacos, repetidamente,
Apenas para ouvir incessantes murmúrios,
Sobre porque teu interior se mostra.
É um oceano que te sufoca,
Sob o peso de toda dor que carregas,
E quando a floresta de tua alma pega fogo,
Apatia é a flor que insiste em crescer,
Apesar e através do ardor.
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