Para um lugar perdido onde o tempo se afogou.
O vazio ecoa, um som oco,
Em memórias de dor distorcida estou preso.
Espectros assombrosos, decadentes e frágeis,
Imagens cintilantes que sempre falham.
Nenhuma alma desenvolvida, apenas uma mancha, um rastro,
Uma marca que envenenou, recursos frágeis.
Essa mancha se dissolve na noite sem fim,
Um vazio onde as sombras se contorcem e mordem.
Remodelado pelo tempo para o sofrimento mais cruel,
Uma tortura nascida da luta sem fim.
Perdido, morte, decadência, um apelo sussurrado,
Neste vazio escuro, deixo de existir.
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