Os navios estão todos em dias de correria.
Minha cabeça está borbulhando de pensamentos,
Rasgo as palavras com mais precisão.
É como se eu estivesse em um filme que vi.
Aqui estou eu no topo da montanha,
Sentindo a palma das costas,
Frio da noite, mundos alienígenas.
Então, de onde vem esse brilho?
Não há estrelas visíveis e não há lua.
E, invisível para mim, adeus
Envia sonhos lindos e vívidos.
Não, eu vi tudo isso quando criança,
E ele lembrou, me surpreendendo.
Continuei voando sobre o reino,
Tendo vivido feliz nele por centenas de anos.
E na manhã seguinte havia chuva fina.
Esmaguei um monte de cereal.
O ventilador soprou uma névoa branca,
Branqueando a hipóstase do destino.
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