Uma névoa sinistra finalmente se insinuou,
Uma sensação de abandono - minha magnífica liberdade.
Pesadelos recorrentes, como uma pétala de rosa quebrada,
Compreender o inevitável é abraçar o vazio - o inextinguível!
Meus olhos estão cansados, o espírito - embriagado,
Se há alguma honra em ser fraco - esse sou eu - desolado - ainda sem palavras.
Como um porco-espinho, desdobrei meus sonhos,
Pois os espinhos estão cansados - exaustos além da conta.
Se essas epifanias tivessem uma voz,
Eu dançaria com elas, as convocaria para se deleitarem no meu vício.
O que não te mata te fortalece,
Eles estavam loucos? Pois minha força é um fantasma, me embalando de volta ao sono.
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