não feito de tijolos ou pedra,
mas de versos, sussurrados,
e corações que nunca conheci.
Um canto tranquilo em meio ao ruído,
onde a tinta flui como um riacho,
e estranhos leem meus versos dispersos
e os costuram em sonhos.
Eles me viram — realmente me viram —
não apenas os versos que rimo,
mas a dor por trás das minhas metáforas,
o silêncio do meu tempo.
Nunca me senti tão acolhido,
tão em casa quanto neste lugar,
onde as palavras se tornam meu abrigo,
e os poemas acolhem meu rosto.
Então, deixe-me ficar um pouco mais,
onde os feridos encontram os seus semelhantes,
no mundo gentil dos versos,
no coração em Relaxar.
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