6 de mai. de 2026

Não há tom mais nobre que o escarlate

Como as rosas que cresciam sob
o vidro da janela da avó
Beijadas pelo orvalho e nutridas pela chuva
Amadas e perdidas na luz do verão
E nas intermináveis noites de verão
De ventos abafados e mãos carinhosas
Machucando pétalas e arrancando caules
Mas logo
Renovadas na primavera.

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