Uma serpente enroscada, um disfarce silencioso.
Sua língua, uma adaga, afiada e astuta,
Uma verdade amarga onde as virtudes morrem.
Pinga promessa, doce engano,
Um ópio onde o caos saúda.
Um gole, um beijo, a dívida profunda,
Onde os pulsos cessam, nenhum consolo encontrado.
Como o hálito perfumado de uma rosa murcha,
Seu abraço cruel, uma lápide revela.
Carícia fatal, sua arte refinada,
Um eco profundo na mente envenenada.
Cuidado, o sussurro, suave, sedutor,
Uma canção de ninar sombria e selvagem.
Com tom sedoso, chama seu nome,
E deixa sua alma em ruínas carbonizadas.
0 comments:
Postar um comentário