Ela costumava ser a ponte para eles, A terapeuta, o mapa, a luz. Ela desconstruía estrelas para ajudá-los a enxergar, Enquanto eles traziam sombras para a noite.
Eles buscavam suas distrações fúteis, Uma fuga temporária e barata — E então traziam esse peso de volta à sua porta, Esperando uma forma diferente.
Mas o posto do Vigia está vazio agora, A honra se foi, o orgulho está frágil. Então o Sentinela se ergueu, Para impedir que o ruído entre.
Estou me preparando primeiro hoje, Não mais por último, não mais com pressa. A empatia está trancada, As explicações inúteis silenciadas.
A dormência não é frieza, não — É a armadura que finalmente criei. Para proteger a paz dentro destas paredes, Do mundo despedaçado que eu pensava conhecer.
Abandonei todo o trabalho de ensinar uma pedra a sentir. Estou recuperando o espelho para mim e permitindo que o Curador finalmente cure.
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