1 de fev. de 2026

Ao exalar seu último suspiro, o tempo parou

Teias de aranha do passado decoravam seu quarto.
Alma errante em um mundo que gira sem parar.
Nunca um dia era igual ao outro, e nunca um desejo era igual.
Encontrava conforto sob as estrelas.

Raramente encontrava segurança.
A busca desesperada o fez tolo.
Um coração esperançoso não desejava perder
A vida na busca pelo amor.

Cacos de vidro espalhados pelo chão.
Nenhuma alma bondosa por perto para juntar os pedaços.
Ele ficou sozinho em sua fragilidade para se reconstruir.
Apenas o cansaço lhe fazia companhia.

Permaneceu imóvel até que o vidro caísse.
Até que seus olhos se fechassem e ele encontrasse a paz.

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