E a vida do homem mudou para pior.
O ódio por gatos, em seu peito nasceu,
Cabelos grisalhos, um novo temor.
Cresceu uma cauda, dentes pontudos a surgir,
Não é o homem-morcego, é o homem-rato a existir.
Espuma na boca, a raiva a borbulhar,
A transformação completa, um ser singular.
Agora se assemelha a um rato a vagar,
Com sede de sangue, felinos a caçar.
Nas ruas à noite, ele corre e se esgueira,
Melhor se esconder, sua sombra é traiçoeira.
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