Caímos no berço do tempo,
Desdobramos, colapsamos e espiralamos para trás,
Nossos gritos um rebobinamento, nosso silêncio uma previsão.
O útero, a sepultura, o útero —
Um ritmo infinito, uma respiração informe,
Cada batida do coração um pulso para frente,
Cada eco um passo para trás,
Até que a existência se dobre sobre si mesma novamente.
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