Além da cerca, um monte com uma cruz é visível.
Os ecos incessantes
Da torre do sino agora vazia.
Descerei até você no chão coberto de musgo,
Abraçarei ternamente a cruz de madeira junto aos meus ombros.
É uma pena que eu não saiba rezar...
Será que eles rezarão por mim quando eu morrer?
O silêncio se espalha pelos túmulos esmeralda,
A beleza natural cresceu livremente aqui.
Imagens dos meus dias passados aparecem vagamente diante dos meus olhos, e meus olhos se fecham.
Uma dor aguda pulsa dentro de mim,
Meu coração se aperta, doendo descontroladamente de saudade.
Será que o acaso foi o destino de alguma forma?...
Minha infância se desfez em pó sobre o seu peito...
0 comments:
Postar um comentário