8 de ago. de 2026

Onde te procurar agora, eu sei exatamente...

Onde te procurar agora, eu sei exatamente:
Além da cerca, um monte com uma cruz é visível.
Os ecos incessantes
Da torre do sino agora vazia.

Descerei até você no chão coberto de musgo,
Abraçarei ternamente a cruz de madeira junto aos meus ombros.
É uma pena que eu não saiba rezar...
Será que eles rezarão por mim quando eu morrer?

O silêncio se espalha pelos túmulos esmeralda,
A beleza natural cresceu livremente aqui.
Imagens dos meus dias passados aparecem vagamente diante dos meus olhos, e meus olhos se fecham.

Uma dor aguda pulsa dentro de mim,
Meu coração se aperta, doendo descontroladamente de saudade.
Será que o acaso foi o destino de alguma forma?...
Minha infância se desfez em pó sobre o seu peito...

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