Ali reside a tortura na luz ambiente
Cores flamejam e se gravam sobre o véu visual
Então, golpeie a cabeça com virotes feitos de pele de porco-espinho.
O crânio pulsa, um grito contra a tirania do céu
A pulsação é forte, ressoa nos ouvidos e na mente
As cenas ao redor giram, sons e imagens se tornam incivilizados
A multidão apática, uma turba de pensamentos selvagens disfarçados.
Estes olhos são indulgentes, então o mundo logo se acalma,
O calor sobe, pressagiando a desgraça iminente
Ele abrasa a pele, queima em ardência lancinante,
A brisa inflama essa lenha como sal em uma ferida.
As ruas parecem se enrolar em gavinhas de fumaça,
Estes pés sentem uma queimação neste caldeirão que eu alimento
As quatro paredes familiares alertavam sobre essas mesmas garras,
Que alcançam o pescoço e se fecham até eu sufocar.
O frio pode ceder, amplo Camadas para envolver
Roupas que eu não conseguia libertar, para que este calor pudesse se dissipar
Em súplica desesperada, busco misericórdia
O diabo no trono mostra seus dentes nas nuvens.
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