Onde os passos ecoam na vastidão do ser.
Cada sombra e luz, uma imagem,
Refletem a jornada que vim a tecer.
Na brisa suave, ouço vozes da vida,
Um sussurro de esperanças, dançando no ar.
A multidão pode ter suas risadas,
Mas na solidão, eu aprendo a amar.
A dor é um mestre, ensina a empatia,
E o medo, um guia nos labirintos do coração.
Por entre as pedras, florescem poesias,
O caminho é feito de amor e de oração.
Abro o peito, absorvo as lições,
Na tinta da vida, rabisco o meu tom.
A cruz que me pesa se torna em canções,
Com Ele, ao meu lado, sinto-me um dom.
E assim sigo, com passos certeiros,
A estrada solitária, meu sagrado espaço.
Cada passo, um verso, na dança dos inteiros,
Na solidão, descubro o amor que é laço.
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